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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Tiririca o simbolo do meu amor!

Ta vendo esse matinho ai do lado? O nome popular é ''tiririca''. Muitos simbolizam o amor com rosas vermelhas, hoje fazendo uma breve reflexão percebi que nada pode simbolizar melhor o amor que a tiririca.
Tiririca nasce em qualquer lugar, nasce até no concreto.
Tiririca se cortar nasce novamente.
Tiririca é resistente a qualquer situação climática.
Tiririca desenvolve uma raiz no formato de uma batata debaixo da terra, ou seja o principal esta internamente. Tiririca é considerada uma praga, pois é difícil de acabar com ela.


Não é bonita mas é forte, persistente, mesmo depois de cortada insiste em nascer novamente, e cresce desenfreadamente e toma conta de tudo. Por esses motivos e outros eu simbolizo meu amor com a tiririca (risos).


P.s Será que minha esposa vai gostar de um buque de Tiriricas????? kkkkkkkkkk 

Carta aos Pais

Assim como aquela conversa numa padaria (post: “Seja membro de uma padaria”), ontem também tive uma conversa avalanche. Por traquinagem do acaso, de repente começou. De homem para homem. Indefensável. Mas o que queria dividir são minhas conclusões sobre os pais.

que diferencia filhos de pais, é apenas o número de experiênciaselementares –acontecimentos que exigiram decisões e que, posteriormente passaram por uma “peneira” de aprendizado-. Essa bagagem deexperiências elementares permite que eles construam critérios de avaliação melhores embasados que os nossos. Possuam um juízo de valor muito mais denso que o nosso. Matemática.

Mas... Em se tratando de primogênitos (ichiban para nós nipônicos), os pais de primeira viajem encontram-se em terras desconhecidas. E como conseguinte não têm ainda bagagens suficientes para “acertarem na mosca sempre”. Ou seja, remoçam à infância! Genial! Tornam-se criança simultaneamente com seus filhos! Começam do zero! Voltam a usar rodinhas! Sim! Pais são adultos de rodinhas!
E o mais interessante, é que não importa quantos filhos se tenha. A diferença existente entre ter um, dois, três, filhos faz com que sempre se volte a estaca zero! Nossa! Ser pai é ser eternamente criança! É trilhar pelo desconhecido a cada “novo primogênito!

O que quero dizer com toda essa maluquice, é que nossos pais também estão aprendendo a educar. É como explica o mestre Rubem Alves “educar é natural do corpo, não vem em livros de pedagogia”. Nossos pais estão suscetíveis ao erro como nós. Eles já foram filhos, mas nunca foram pais –contextualize à você “nunca foram pais de um, dois, três...-.

Todavia, existe uma diferença. Os filhos são dependentes –por mais que você jovem petulante negue-. Os pais não, por isso apenas amam. O que faz toda a diferença pois existe gratuidade. E é esse amor que os machuca quando erram. E nós não imaginamos esse peso.

Pais, errar amando não é errar, é se doar. Quem se engana amando não se equivoca, dá exemplo. Por isso me orgulho de vocês.

Pois me dão a impagável tranquilidade de quem se sente cuidado. Amado. Eu amo minha mãe. Eu amo meu pai. Mais ainda porque assim mesmo me amariam ainda que eu não os amassem.

As lágrimas me atrapalham digitar neste momento, e meu coração está disparado. Eu sou o fruto não do que vocês acertaram ou erraram, mas do que sonharam que eu fosse. Pois o amor transcende o palpável e trabalha com a fé.
Quando for a minha vez de voltar a infância, assim também amarei. Porque não me contentei com as flores de um mundo efêmero, mas as reguei com a água viva que me alimentaram no meu lar. E com o amor que recebi, aumentei os dias de vida dessas flores.

Amém

Texto e fonte: Minorulandia 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Soldados surpreendendo seus entes queridos


Não tem como não se emocionar com esse vídeo!
São vídeos de soldados do exército americano voltando para casa.

"E eles nos vêem:
e vamos cair em cima de seus pescoços,
e cairão sobre nossos pescoços,
e vamos beijar."

Moisés 7:63

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Desproporcional !!!


O injusto não é o jogador ganhar mais, mas está na falta de insentido para quem arrisca perder a própria vida pra salvar outras. Pense Nisso!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O sabonete, a mãe e o amor

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de
forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum 
e pede ao proprietário que embrulhe para presente. "É para minha mãe", diz com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente.
Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajuda-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia falecido. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento.
Por que a demora? Qual o problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou: "Moço, está faltando alguma coisa?"
"Não", respondeu o proprietário da loja. "é que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada."
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: "nem um sabonete?"
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.
Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
Invista no amor. Ele é o mais poderoso meio de tornar as pessoas felizes.
Em qualquer circunstância, em qualquer data especial para determinadas comemorações, o mais importante não é o que se dá, mas como se dá.
Todo presente deve se revestir de sentimento e não deve haver diferenças entre homenagens a uma pessoa pobre ou a uma pessoa rica.
A expressão deve ser sempre do afeto. O que se deve dar é o coração a vibrar em amor.
O valor do presente não está no quanto ele vai aumentar o conteúdo das caixas registradoras, mas sim o quanto ele somará na contabilidade do coração.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Lucas matou o Tiago - Uma história de amor e homicídio


O Lucas tinha 18 anos, o Tiago tinha 19.

Trabalhei com as vísceras expostas, a fim de trazer o leite aos meus rebentos. Amei com o mesmo amor, a cada um deles, sem privilégios.
Num surto de raiva entre eles, o meu Lucas empurrou o meu Tiago do 5º andar. Brigavam porque sempre brigaram, contudo, dessa vez, meu Tiago foi embora para sempre.
O Lucas tirou de mim aquilo que também era dele. Ele se arrependeu e mais, teve remorso. O meu Lucas está preso. Iniciou sua maioridade, 18 anos, numa cela e passará décadas nela.

Eu odiei o Lucas e senti a dor brutal da queda de meu Tiago naquele mesmo instante. Senti. Sim.
Não estava em casa, mas senti uma dor maior que um infarto. “Alguma coisa aconteceu”, disse a mim mesmo. Naquele mesmo instante, o Tiago caia do 5º andar.
Esganei o Lucas, o desfaleci.
Não quis olhar para eles, meu filho morto e meu filho assassino.

Como posso odiar o próprio sangue do meu sangue que verte o meu sangue? O assassínio se instaurou em minha casa. Todos nós morremos e vegetamos em soluços de existências.
Minhas mãos trementes já não esganam mais o Lucas. O tempo está trazendo o meu Lucas de volta para mim, mesmo ele preso.
O laço que une uma família pode durar para sempre, mesmo com grandes intervalos de distâncias.

A intensidade da perda é a mesma da decepção. Não as aceito, não as admito, mas são intrínsecas a mim. A perda e a decepção são meus cânceres e ainda que sejam cânceres, são meus.
Descobri que ser família é conviver numa ambiência polar, com eqüidistâncias que cruzam a vida e a morte, a alegria e a dor, o dia e a noite.
Meu Lucas não é um monstro e não apresenta perigo a sociedade. Não aceito seu encarceramento. Sofro porque sei que está sofrendo lá e sinto a sua falta. Ele estaria recuperado se estivesse em seu lar. A penitência dele seria lidar comigo. A minha terapia seria conviver com ele. A nossa cura estaria na convivência.

Amar o assassino de meu filho é minha sina, não tenho escolha. Alguém consegue deixar de amar um filho? O que consegue é mais cruel do que o Lucas, em seu ato cruel. A crueldade, como ato, não perdura tanto quanto o cruel, pois esta crueldade se desmancha e cicatriza em um lamento sem fim.
A felicidade que abunda nos felizes como uma sucessão de prazeres é orgia da alma. Eu não sei o que é isso.
Tenho forças para amar meu Lucas tendo o pesar como sol que aquece as minhas lágrimas e que me faz recuperar o meu filho de novo.

A saudade é o “revés do parto”, o amor é um “grande laço”.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Ao Amor Antigo


Ao Amor Antigo
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.
Autor: Carlos Drummond de Andrade

CONDICIONADOS AO AMOR A DOIS



Estou lendo um livro que aborda situações que vivemos em nossos dias atuais sejam elas boas ou ruins, porque um dia quando éramos crianças nossas mentes fora programadas, isso é chamado de CONDICIOMENTO MENTAL, o livro não tem nada haver com a reflexão que faço neste texto, mas é interessante pensar que muitas das nossas decisões é uma programação que nossa mente processou quando éramos mais jovens ou ainda crianças, senas que assistimos como por exemplos com nossos pais, tios, avos e outras pessoas que direta ou indiretamente tinham alguma tipo de influencia em nossas vidas de forma positiva ou negativa. Quantos de nós não torcemos pro time que alguém em nossa infância nos influenciou? Muitos de nós.

Eu trabalhava em uma empresa de distribuição de remédios, e fazia três meses que tinha acabado de me casar, eu estava todo eufórico e feliz com meu casamento quando uma pessoa me disse: essa sua alegria não vai durar muito após completar um ano de casado, e continuou dizendo você me diz que maravilha vai ser o seu casamento após alguns meses, e me lembro que aquelas palavras foram ditas em um tom do mais alto nível de ironia. Essa pessoa vinha de uma separação e vivia em constantes brigas judiciais com seu ex-marido por causa de pensão alimentícia, e que agora após a separação estava morando com sua mãe que já havia passado por um divorcio quando ela ainda era uma criança. Pois bem passou se um ano e eu ainda trabalhava com essa pessoa, mas como nunca me esqueci daquelas frases ditas por ela, eu fiz questão de dizer que já se passara uma ano e meu casamento estava bem e que eu e minha esposa estávamos completamente apaixonados, ela me respondeu dizendo que mais cedo ou mais tarde a coisa ia ficar ruim.

Agora com seis anos de casado continuo eufórico e feliz com meu casamento, mas ainda ouço pessoas me alertando e dizendo coisas como do tipo, “isso passa” “é paixão” “uma hora acaba” enfim e por ai vai, e quando consigo descobrir um pouquinho da infância ou juventude dessas pessoas percebo que a mente delas foram condicionadas a pensar assim. E como pensamentos geram sentimentos e sentimos geram atitudes, elas vivem condicionadas e acreditando que é assim mesmo, e que o resto do mundo vai ser assim também!

Mas talvez você esteja se perguntando, será que esse cara tem um casamento perfeito? A resposta é não! Sou um humano casado com uma humana, e a somatória dessas duas coisas é igual á imperfeições de todos os tipos, mas aos seis anos de casado me considero um felizardo apaixonado, e tenho o prazer de ouvir ao longo desse tempo minha esposa dizer que me ama hoje mais do que ontem, e que vai me amar amanhã mais do que hoje.

E acredite se quiser minha mãe me criou e educou divorciada do meu pai, e cresci ouvindo historias que minha mãe contava sobre sua vida desgraçada que viveu em quanto casada. Mas quando cheguei ao ponto de pensar sobre casamento eu resolvi reprogramar minha mente, e decidi viver o inverso que minha mãe e meu pai haviam vividos juntos. Eu tinha uns quinze anos de idade quando me decidi que meu casamento seria pra vida toda e que jamais iria aceitar os padrões de casamento falidos existentes por ai, aos dezessete anos de idade casei-me com uma moça de dezenove anos, não foi fácil, repito não foi fácil! O inicio não foi fácil, não é fácil, e acredite não será fácil. Mas quando olho para meu relacionamento conjugal eu vejo que não me enquadro nos padrões relacionais existentes por ai, mas a quem diga: “isso uma hora acaba”, mas a quem diga “o meu no começo era assim depois...” enfim a quem diga muitas coisas negativas sobre vida conjugal, tem pessoas que já se casam na mais estúpida certeza que uma hora seu casamento vai se tornar um inferno total, a mulheres que tem certeza que serão traídas, a homens que tem certeza que vão trair porque provavelmente sua mulher não será diferente das outras e vai engordar e ficar “barangada” e não para por ai, como alguém se propõe a viver ao lado de outro com uma perspectiva de insucesso, isso se da ao fato de que essas pessoas foram condicionadas a pensar negativamente no que diz respeito a uma vida á dois.

Amigos leitores sou um rapagão que não tem experiência alguma dada pelo tempo, mas posso afirmar que o amor está além do tempo, o amor é soberano porque vem de Deus, vivo a mais bela experiência de amar e ser amado, por isso faço a você que é casado ou vai casar, seja você quem for, eu os convido a reprogramar sua mente, condicione sua mente com pensamentos positivos, deixe as influencias do seu passado de lado, viva influenciado pelas loucuras e delírios do amor.

Seja como eu, um indignado com tudo aquilo que contrário e negativo. Diga não! A todas estas estúpidas influencia que vem de todos os lados ditando as regras de como deve ser, você é quem dita as regras, você faz acontecer, você tem a senha da sua mente, leve a sua mente a pensar em coisas boas, pois seus pensamentos se tornarão sentimentos, e seus sentimentos em atitude.

Eu que vou vivendo contrariando a maioria e condicionando a minha mente todos os dias, e afirmando pra minha alma que um casal pode se amar até que a morte os separe, porque acredito do mais profundo da minha alma que o amor é o vinculo da perfeição,


Amar é saber que somos imperfeitos mas somos ajustados pelo mais simples e poderoso ato de amar.


Rogério Alexandrino



segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

NÃO TENHA MEDO DO AMOR!

Não tenha medo de amar, porque a vida se consiste no simples fato de amar e ser amado. Saiba que não existe uma tese ou uma explicação de como se amar pelo fato do amor ser simples demais, o amor é impossível de ser medido pelo tamanho da sua grandeza e poder!

Rogério Alexandrino

NÃO TENHA MEDO DO AMOR!


Se sem amor nada aproveita, então, sem amor não há vida, pois, caso qualquer coisa gerasse vida, o amor seria apenas uma outra alternativa de vida como existência.
Quando Paulo disse que o amor era o caminho sobremodo excelente, ele não dizia que sem amor há um caminho de vida, ainda que inferior.
Não! Afinal, João decretou que Deus é amor, e, também, que aquele que ama conhece a Deus, e que quem não ama jamais o viu.
O amor não é romântico e nem fantasioso. O amor lida com o que é; sem ficção. Nele cabe o romance quando essa é a relação, mas suas bases são bases de verdade e realidade.
Amar é, segundo Jesus, uma decisão espiritual a ser praticada em relação a tudo e todos.
No entanto, o amor tem que ser como o de Jesus. Amor diferente do amor de Deus não é amor.
Pode-se ver Jesus escolhendo amigos livremente. No entanto, Ele nunca escolheu a quem amar. Ele amava quem Ele via e passava o Seu caminho.
Sim! Amava sempre. Amou os amigos e discípulos, mas amou a todos os inimigos.
E quando se diz que Ele amou alguém, como foi com o “jovem rico”, se o vê amando sem romance. Não! Ele ama apenas com amor, não com emoções empolgadas.
Também se vê que no amor de Jesus o objeto do amor, o “jovem rico”, mesmo amado, é deixado seguir o seu caminho de auto-engano. Afinal, o amor deixa livre sempre.
De fato, o amor não é dono de nada e nem de ninguém.
Quem ama não possui e nem é possuído.
O amor não é um encontro de serpentes famintas engolindo uma a outra.
Amar o inimigo é uma decisão, assim como amar a mulher que um dia se amou e se ama.
Entre homem e mulher o amor quase sempre surge como paixão, desejo e encantamento; porém, somente se mantém como amor mesmo, o qual não tem nada a ver com as miragens iniciais do amor embrionário, se for alimentado pela decisão de amar.
Muitas vezes ouço as pessoas dizerem que querem um amor.
Penso:
Não quer amor nada. Quer apenas um Pet para possuir e ser possuído.
Afinal, quem ama não quer nunca um amor, pois pode amar a todos, indiscriminadamente.
Quem quer um amor quer uma posse, quer um objeto, quer um domínio de propriedade humana.
Cada dia mais é minha convicção que aquele que cresce em amor cresce em tudo na vida; da mente aos atos de vida verificável.
Quem quer expandir a mente deve amar, pois, somente no amor pode-se crescer para atingir o que quer que seja nosso maior potencial nesta vida e na vida porvir.
É triste ver que as pessoas creiam que o amor é apenas um confeito de bolo fraterno e humano, sem que vejam que o amor é a própria vida, e que um ser humano estará tanto mais vivo quanto mais amar com o único amor que existe em projeção eterna: o amor de Deus, que é aquele que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta; e que jamais acaba.
O amor pode mudar de configuração conforme a relação. Porém, uma coisa que o amor não sabe é desamar.
Não há mistério. Sim! Vida é amor; e quem ama está no caminho de todas as coisas.
O amor é a síntese única de tudo o que faz a existência acontecer.
E se estamos falando da vida no espírito, nada há que possa ser real e verdadeiro sem amor.
Portanto, quem quer vida eterna, que busque amar; fazendo as decisões do amor todos os dias. Sim! Sem nunca se arrepender do amor.
Caio