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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Silas Malafaia lança Spray Mata Capeta =(

Pastor lança no mercado Spray Mata Capeta para retirar o diabo do couro das pessoas
O Pastor Silas Malafaia lançou no mercado uma invenção que vai revolucionar o mundo: o mata capeta. Trata-se de um spray que remove o diabo do couro das pessoas. O produto chega ao mercado na próxima semana por um preço em torno de 100 reais. Cada frasco dá para remover o diabo de umas 20 pessoas.

Para o ajudante de pedreiro José Jair Jacob, esta invenção chegou em boa hora. “Toda semana quando vou à Igreja o pastor tira o diabo do meu couro. Bate em mim, me joga no chão, me dá tapas, e agora com esse spray basta me dedetizar que o problema será resolvido”, disse.

A dona de casa Carmem Cotovelo Castro também gostou da invenção e disse que comprará centenas de frascos porque segundo ela, o marido costuma chegar bêbado em casa de madrugada com o diabo no couro. 


*Créditos


Vou comentar:
=(  Gente a que ponto chegamos, qual o limite desses insanos abobalhados e mercenários? Alguém precisa lançar o spray "mata-pastor-safado" - O que me deixa triste é que muita gente vai tirar do bolso R$100,00 para comprar o spray mais tabajara do mundoooo.. 


Silas você se superou!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Pedofilia é crime!

O blog www.rogerioalexandrino.com.br é contra a todo tipo de crime infantil.


 Olá galera, meu nome é Rogério Alexandrino, pai de uma linda garotinha, e sem dúvida alguma a melhor coisa que já me aconteceu, eu e minha esposa nos esforçamos como pais pra dar a melhor criação possível pra nossa menina, afim de não errar tanto (erramos muito) escolhemos em comum acordo trilhar pelo caminho do amor, e é assim que nossa garota já viveu seus 5 aninhos, é uma criança formidável em todos os aspectos. 


Eu e minha esposa já lidamos com crianças (adultos também) vitimas de abuso sexual, e o que nos deixa mais aterrecidos é que grande parte dos abusos são causados por aqueles que deveriam dar amor, carinho e sobre tudo segurança, já tivemos a infelicidade de tomar conhecimento de crianças que foram abusadas pelo próprio pais, tios, tias, e até avós.


Embora esse seja um crime silencioso porque os criminosos precisam de sigilo pra cometerem suas atrocidades, e com torturas pisicologias e físicas fazem com que as vítimas fiquem caladas, mas não precisa ser perito pra descobrir quando uma criança esta sendo abusada, só é necessário um pouco e dedicação e atenção, uma criança abusada vive temorosamente, sempre estão descontáveis quando estão próximas do abusador. Então eu chamo sua atenção, você que é pai, independente do seu grau de parentesco, o minimo de proximidade com um pequenino é o suficiente pra socorre-lo.


A integridade emocional e física de uma criança depende da integridade e consciência de um adulto.




Sou Pai, sou tio, sou Rogério Alexandrino em defesa das crianças! 






Simples assim!



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Assim é que é Campanha (RJ) !!!


BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;
Professores: R$ 728,00  para preparar para a vida;
Médicos: R$ 1.260,00  para manter a vida;
E um deputado federal? Este ganha R$ 26.700,00 para ferrar a vida do  brasileiro!



P.s. Deixo de fora os extintos deputados que não fazem parte parte dessa corja.


*Créditos

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sigilo de documentos: este é um país que vai pra frente

O texto abaixo é de autoria do Jornalista Leandro Sakamoto e que texto maravilhoso, mas antes escrevo em poucas linhas, esse dos caras querer esconder os documentos que revela histórias passadas do nosso país não passa de caras escondendo as próprias atrocidades passadas. Segue o texto...

Não conheço pessoa que, tendo amado intensamente ou vivido uma dor muito forte, não pensou, pelo uma vez, na possibilidade de ter suas memórias arrancadas fora em um passe de mágicas. Considerando que deve levar um tempinho ainda até que desenvolvam um aparelho como o do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, perguntei a uma médica-amiga se já haviam inventado remédio para acentuar o esquecimento. E, caso positivo, e se ela poderia me deixar receitadas uma ou duas caixas – nada demais, apenas para as intempéries do dia-a-dia. Ora, por que não? Inventam pílulas para tudo, de ereção prolongada até suadouro nas mãos! Com um sorriso, ela me lembrou que tal remédio já existe e é consumido pela humanidade desde que o primeiro hominídio percebeu que comida fermentada dá barato.
É claro que todos os percalços fazem parte da caminhada de cada um e da grande marcha de uma sociedade e que, portanto, são importantes no processo de aprendizado. Mas e quando a lição já foi entendida e a lembrança, não resolvida, continua a martelar nosso cotidiano?
Dia desses, trouxe aqui a história de Maria Francisca Cruz, uma “quase” viúva. Seu marido foi trabalhar na Amazônia, deixando para trás sete filhos e o silêncio. Enveredou-se por outro colo? Está preso? Tem medo de voltar? Falam que morreu tentando fugir de uma fazenda… Quem sabe? O problema é que dor maior não é saber que acabou. É não ter certeza disso.
Acordar de manhã sem alguns pressupostos básicos é angustiante. Imagine, então, aguardar o retorno de alguém que nunca aparece. Conheço gente cujos pais foram sumidos pela Gloriosa. A família parou no tempo, porta-retratos não saem do mesmo lugar em que estavam desde quando ainda éramos 90 milhões em ação.
O governo brasileiro resolveu não mais tentar buscar a revisão da Lei da Anistia. Mais do que punir torturadores, seria uma ótima forma de colocar pontos-finais em muitas das histórias em aberto e fazer com que pessoas tivessem, pela primeira vez em décadas, uma noite de sono inteira. A Presidência da República diz que vai investir suas fichas na Comissão da Verdade, que deve ser criada pelo Congresso Nacional. Deputados? Senadores? Sei… Ao mesmo tempo, o governo insiste em manter trancados a sete chaves documentos considerados ultrassecretos, além de inventar desculpa atrás de desculpa para não vomitar os arquivos da ditadura. Garantindo que açougueiros daquele tempo, como o Coronel Ustra, possam continuar reinventando a história como quiserem, pois a prova dos nove está encaixotada em algum lugar.
Em nome de uma suposta estabilidade institucional, o passado não resolvido permanece nos assombrando. E me incomoda menos o país como um todo e mais o olhar perdido da mãe de um amigo que, da janela, permanece a esperar.
Isso tudo com a ajuda de colegas jornalistas, que esqueceram que a função primeira da profissão não é ajudar restolhos da ditadura sob a justificativa de garantir estabilidade institucional, mas trazer à tona o que está submerso. Repetem ad nauseam: “Não é hora de mexer nesse assunto”. Falam em longo prazo. Mas, no longo prazo, todos estaremos mortos.
Em dezembro passado, a Corte Interamericana de Direitos Humanos concluiu que o Brasil é responsável pelo desaparecimento de 62 pessoas entre os anos de 1972 e 1974, durante a Guerrilha do Araguaia. Disse que a Lei da Anistia impedem o acesso à verdade dos fatos e pediu que ela fosse revista. Nesse caso, o Supremo Tribunal Federal deu de ombros.
Uma pesquisa do Datafolha no ano passado apontou que 45% da população é contrária à punição de agentes que torturaram presos políticos durante a ditadura militar contra 40% a favor. Outros 4% são indiferentes e 11% não souberam opinar. Agarro-me desesperadoramente à esperança de que o pessoal não entendeu exatamente do que se tratava.
Pois o impacto de não resolvermos o nosso passado se faz sentir no dia-a-dia dos distritos policiais, nas salas de interrogatórios, nas periferias das grandes cidades, nos grotões da zona rural, com o Estado aterrorizando parte da população (normalmente mais pobre) com a anuência da outra parte (quase sempre mais rica). A ponto de ser banalizada em filmes como Tropa de Elite, em que parte de nós torceu para os mocinhos que usavam o mesmo tipo de método dos bandidos no afã de arrancar a “verdade”.
A justificativa é a mesma usada nos anos de chumbo brasileiros ou nas prisões no Iraque e em Guantánamo, em Cuba: estamos em guerra. Ninguém explicou, contudo que essa guerra é contra os valores que nos fazem humanos e que, a cada batalha, vamos deixando um pouco para trás. Esse é o problema de sermos o país do “deixa disso” ou mesmo do “esquece, não vamos criar caso, o que passou, passou” e ainda do “você vai comprar briga por isso? Ninguém gosta de briguentos”. Enquanto não acertarmos as contas com nossa história, não teremos capacidade de entender qual foi a herança deixada por ela – na qual estamos afundados até o pescoço e nos define.
A verdade é que não queremos olhar para o retrovisor não por ele mostrar o que está lá atrás, mas por nos revelar qual a nossa cara hoje. E muitos de nós não suportarão isso.
O presidente do Senado, que defende o sigilo dos documentos da ditadura do qual fez parte, por exemplo. Mas, e agora José? O que eu faço para esquecer?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dá na ''cara'' deles Profª Amanda Gurgel

A Professora Amanda Gurgel da na ''cara' e cala-boca dos deputados em audiência pública. O depoimento resumindo o quadro da Educação no Brasil. Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL


Paguei pau pra essa muié rapa....