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sábado, 20 de dezembro de 2008
Ao Amor Antigo
CONDICIONADOS AO AMOR A DOIS

Estou lendo um livro que aborda situações que vivemos em nossos dias atuais sejam elas boas ou ruins, porque um dia quando éramos crianças nossas mentes fora programadas, isso é chamado de CONDICIOMENTO MENTAL, o livro não tem nada haver com a reflexão que faço neste texto, mas é interessante pensar que muitas das nossas decisões é uma programação que nossa mente processou quando éramos mais jovens ou ainda crianças, senas que assistimos como por exemplos com nossos pais, tios, avos e outras pessoas que direta ou indiretamente tinham alguma tipo de influencia em nossas vidas de forma positiva ou negativa. Quantos de nós não torcemos pro time que alguém em nossa infância nos influenciou? Muitos de nós.
Eu trabalhava em uma empresa de distribuição de remédios, e fazia três meses que tinha acabado de me casar, eu estava todo eufórico e feliz com meu casamento quando uma pessoa me disse: essa sua alegria não vai durar muito após completar um ano de casado, e continuou dizendo você me diz que maravilha vai ser o seu casamento após alguns meses, e me lembro que aquelas palavras foram ditas em um tom do mais alto nível de ironia. Essa pessoa vinha de uma separação e vivia em constantes brigas judiciais com seu ex-marido por causa de pensão alimentícia, e que agora após a separação estava morando com sua mãe que já havia passado por um divorcio quando ela ainda era uma criança. Pois bem passou se um ano e eu ainda trabalhava com essa pessoa, mas como nunca me esqueci daquelas frases ditas por ela, eu fiz questão de dizer que já se passara uma ano e meu casamento estava bem e que eu e minha esposa estávamos completamente apaixonados, ela me respondeu dizendo que mais cedo ou mais tarde a coisa ia ficar ruim.
Agora com seis anos de casado continuo eufórico e feliz com meu casamento, mas ainda ouço pessoas me alertando e dizendo coisas como do tipo, “isso passa” “é paixão” “uma hora acaba” enfim e por ai vai, e quando consigo descobrir um pouquinho da infância ou juventude dessas pessoas percebo que a mente delas foram condicionadas a pensar assim. E como pensamentos geram sentimentos e sentimos geram atitudes, elas vivem condicionadas e acreditando que é assim mesmo, e que o resto do mundo vai ser assim também!
Mas talvez você esteja se perguntando, será que esse cara tem um casamento perfeito? A resposta é não! Sou um humano casado com uma humana, e a somatória dessas duas coisas é igual á imperfeições de todos os tipos, mas aos seis anos de casado me considero um felizardo apaixonado, e tenho o prazer de ouvir ao longo desse tempo minha esposa dizer que me ama hoje mais do que ontem, e que vai me amar amanhã mais do que hoje.
E acredite se quiser minha mãe me criou e educou divorciada do meu pai, e cresci ouvindo historias que minha mãe contava sobre sua vida desgraçada que viveu em quanto casada. Mas quando cheguei ao ponto de pensar sobre casamento eu resolvi reprogramar minha mente, e decidi viver o inverso que minha mãe e meu pai haviam vividos juntos. Eu tinha uns quinze anos de idade quando me decidi que meu casamento seria pra vida toda e que jamais iria aceitar os padrões de casamento falidos existentes por ai, aos dezessete anos de idade casei-me com uma moça de dezenove anos, não foi fácil, repito não foi fácil! O inicio não foi fácil, não é fácil, e acredite não será fácil. Mas quando olho para meu relacionamento conjugal eu vejo que não me enquadro nos padrões relacionais existentes por ai, mas a quem diga: “isso uma hora acaba”, mas a quem diga “o meu no começo era assim depois...” enfim a quem diga muitas coisas negativas sobre vida conjugal, tem pessoas que já se casam na mais estúpida certeza que uma hora seu casamento vai se tornar um inferno total, a mulheres que tem certeza que serão traídas, a homens que tem certeza que vão trair porque provavelmente sua mulher não será diferente das outras e vai engordar e ficar “barangada” e não para por ai, como alguém se propõe a viver ao lado de outro com uma perspectiva de insucesso, isso se da ao fato de que essas pessoas foram condicionadas a pensar negativamente no que diz respeito a uma vida á dois.
Amigos leitores sou um rapagão que não tem experiência alguma dada pelo tempo, mas posso afirmar que o amor está além do tempo, o amor é soberano porque vem de Deus, vivo a mais bela experiência de amar e ser amado, por isso faço a você que é casado ou vai casar, seja você quem for, eu os convido a reprogramar sua mente, condicione sua mente com pensamentos positivos, deixe as influencias do seu passado de lado, viva influenciado pelas loucuras e delírios do amor.
Seja como eu, um indignado com tudo aquilo que contrário e negativo. Diga não! A todas estas estúpidas influencia que vem de todos os lados ditando as regras de como deve ser, você é quem dita as regras, você faz acontecer, você tem a senha da sua mente, leve a sua mente a pensar em coisas boas, pois seus pensamentos se tornarão sentimentos, e seus sentimentos em atitude.
Eu que vou vivendo contrariando a maioria e condicionando a minha mente todos os dias, e afirmando pra minha alma que um casal pode se amar até que a morte os separe, porque acredito do mais profundo da minha alma que o amor é o vinculo da perfeição,
Amar é saber que somos imperfeitos mas somos ajustados pelo mais simples e poderoso ato de amar.
Rogério Alexandrino
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
NÃO TENHA MEDO DO AMOR!
Não tenha medo de amar, porque a vida se consiste no simples fato de amar e ser amado. Saiba que não existe uma tese ou uma explicação de como se amar pelo fato do amor ser simples demais, o amor é impossível de ser medido pelo tamanho da sua grandeza e poder!
Rogério Alexandrino
NÃO TENHA MEDO DO AMOR!
Se sem amor nada aproveita, então, sem amor não há vida, pois, caso qualquer coisa gerasse vida, o amor seria apenas uma outra alternativa de vida como existência.
Quando Paulo disse que o amor era o caminho sobremodo excelente, ele não dizia que sem amor há um caminho de vida, ainda que inferior.
Não! Afinal, João decretou que Deus é amor, e, também, que aquele que ama conhece a Deus, e que quem não ama jamais o viu.
O amor não é romântico e nem fantasioso. O amor lida com o que é; sem ficção. Nele cabe o romance quando essa é a relação, mas suas bases são bases de verdade e realidade.
Amar é, segundo Jesus, uma decisão espiritual a ser praticada em relação a tudo e todos.
No entanto, o amor tem que ser como o de Jesus. Amor diferente do amor de Deus não é amor.
Pode-se ver Jesus escolhendo amigos livremente. No entanto, Ele nunca escolheu a quem amar. Ele amava quem Ele via e passava o Seu caminho.
Sim! Amava sempre. Amou os amigos e discípulos, mas amou a todos os inimigos.
E quando se diz que Ele amou alguém, como foi com o “jovem rico”, se o vê amando sem romance. Não! Ele ama apenas com amor, não com emoções empolgadas.
Também se vê que no amor de Jesus o objeto do amor, o “jovem rico”, mesmo amado, é deixado seguir o seu caminho de auto-engano. Afinal, o amor deixa livre sempre.
De fato, o amor não é dono de nada e nem de ninguém.
Quem ama não possui e nem é possuído.
O amor não é um encontro de serpentes famintas engolindo uma a outra.
Amar o inimigo é uma decisão, assim como amar a mulher que um dia se amou e se ama.
Entre homem e mulher o amor quase sempre surge como paixão, desejo e encantamento; porém, somente se mantém como amor mesmo, o qual não tem nada a ver com as miragens iniciais do amor embrionário, se for alimentado pela decisão de amar.
Muitas vezes ouço as pessoas dizerem que querem um amor.
Penso:
Não quer amor nada. Quer apenas um Pet para possuir e ser possuído.
Afinal, quem ama não quer nunca um amor, pois pode amar a todos, indiscriminadamente.
Quem quer um amor quer uma posse, quer um objeto, quer um domínio de propriedade humana.
Cada dia mais é minha convicção que aquele que cresce em amor cresce em tudo na vida; da mente aos atos de vida verificável.
Quem quer expandir a mente deve amar, pois, somente no amor pode-se crescer para atingir o que quer que seja nosso maior potencial nesta vida e na vida porvir.
É triste ver que as pessoas creiam que o amor é apenas um confeito de bolo fraterno e humano, sem que vejam que o amor é a própria vida, e que um ser humano estará tanto mais vivo quanto mais amar com o único amor que existe em projeção eterna: o amor de Deus, que é aquele que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta; e que jamais acaba.
O amor pode mudar de configuração conforme a relação. Porém, uma coisa que o amor não sabe é desamar.
Não há mistério. Sim! Vida é amor; e quem ama está no caminho de todas as coisas.
O amor é a síntese única de tudo o que faz a existência acontecer.
E se estamos falando da vida no espírito, nada há que possa ser real e verdadeiro sem amor.
Portanto, quem quer vida eterna, que busque amar; fazendo as decisões do amor todos os dias. Sim! Sem nunca se arrepender do amor.
Caio
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
POR QUE JESUS MANDOU PREGAR?
Por que Jesus mandou pregar o Evangelho?
Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.
Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.
Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é...” assim ou assado...
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.
O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.
Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.
Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.
O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.
Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.
É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.
É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.
É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.
Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.
Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.
Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.
O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.
É simples assim.
O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.
Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.
É ou não é?
Caio
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Você quer “tomar” do Diabo?
A presunção do crente-cristão é perdoável.
Afinal, veja o que contaram a ele:
Disseram a ele que o mundo, o cosmo, tudo o que existe, começou a não muito mais que seis mil anos; e que o homem é, de fato, um ser criado no sétimo dia de uma semana comum, de sete dias, como a semana passada foi.
E mais:
Disseram ao crente que o homem veio para fazer companhia a Deus.
Antes disso nem se pode imaginar o que era de Deus. O que também leva o crente a pensar que antes dele, até Deus estava no buraco do nada e no silencio relacional total.
Sim! É assim, pois, até os anjos são vistos pelos crentes como servos poderosos de Deus, mas sem o inexplicável charme do homem.
Porém, o máximo dessa grandeza do homem foi o fato de Deus mesmo ter se encarnado para salvar os homens que se tornarem crentes-cristãos.
Ora, isto supostamente demonstra a preferência absoluta de Deus pelos humanos sobre toda a criação, no céu e na terra.
E mais:
Esse sentimento de importância e grandeza do homem, também vem da certeza que alguns possuem de que a decisão de Deus foi a de somente salvar quem se reunir para cantar hinos para Ele pelo menos uma vez por semana; e, também, para ouvir alguns conselhos do pastor, e dar dinheiro como prova de amor prático por Deus.
Além de tudo..., também se diz ao crente que se ele não ajudar a contar a mesma história para outros, todo mundo está perdido; e que se ele disser para muita gente essa história, então, Deus dará ao homem uma mansão celestial e uma coroa com muitos diamantes ou pedras preciosas, podendo, inclusive, fazer com que tal pessoa seja mais intima de Deus "publicamente" que os demais salvos, muitos deles de categoria de galardão inferior, sendo que quanto mais oficial seja a participação do homem, assim como a de um pastor, um bispo, um apóstolo — mais elevado o individuo será; primeiro na Terra mesmo, e, depois, também nos céus de muita glória de sucesso, tudo com muito ouro e pedras preciosas.
Ou seja:
O que se diz é que se o homem contar essa história para muita gente, cantar hinos, e dizimar, então ele ficará no lugar que um dia foi de Satanás, ou Diabo, ou Lúcifer; posto que também ao crente-cristão seja dito que a queda de Satanás o tirou de um ambiente de pedras preciosas, de gloria e de muito e quase incomparável poder.
Assim, o crente-cristão acaba desejando ser aquilo que um dia o diabo foi.
E mais:
Muitos começam aqui, desde já, a busca de tais glórias e poderes.
Ora, o Evangelho diz muita coisa do que essa história diz, mas, apesar disso, não é de tal historinha que ele fala; mas sim, da possibilidade de o homem se tornar de fato homem, e, assim, tornar-se como Jesus, que, sendo Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; e, por causa disso, se humilhou, e assumiu a forma de servo, sendo reconhecido em um homem como os demais homens; e isso não por nenhum necessidade de Deus, mas apenas por eterna e desesperada carência humana.
Entretanto, isto faz do homem apenas o homem, não um deus. Aliás, não há deus, nem deuses, pois, se há Deus, nenhum deus há... Quem crê em Deus se torna ateu para tudo o mais.
Todavia, voltando ao que dizia, posso compreender a arrogância do crente-cristão que assim se torne por assim ter sido ensinado. Afinal, quem sinceramente assim sinta, ainda está longe de saber o que seja um homem e qual seja seu chamado na criação. Portanto, é apenas um crente, e não um homem andando em fé amor; pois, quem ama, naturalmente não se gloria de nada, sendo apenas grato pelo que é e pode ser se o buscar ser apenas como Jesus, o homem.
Agora, pergunto:
E se a glória do homem for a de ser servo de toda a criação, em amor, para sempre, cuidando de tudo o que ele destruiu?
Seria esse cenário um anti-clima para você?
Jesus disse que o galardão é ser Nele, no Pai, e ter a Ele e o Pai em nós, assim como é com Ele e o Pai.
Esta é a glória. Esta é a História do Significado. Este é o chamado.
Ou será que na eternidade já não se terá que ter também o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus?
Ou será que você crê que na eternidade o homem recebe consentimento para surtar como o diabo sem cair?
Ora, se você assim sentia, desista disso, pois, isso é do diabo.
Sirva a Deus apenas por nada!
Caio
Afinal, veja o que contaram a ele:
Disseram a ele que o mundo, o cosmo, tudo o que existe, começou a não muito mais que seis mil anos; e que o homem é, de fato, um ser criado no sétimo dia de uma semana comum, de sete dias, como a semana passada foi.
E mais:
Disseram ao crente que o homem veio para fazer companhia a Deus.
Antes disso nem se pode imaginar o que era de Deus. O que também leva o crente a pensar que antes dele, até Deus estava no buraco do nada e no silencio relacional total.
Sim! É assim, pois, até os anjos são vistos pelos crentes como servos poderosos de Deus, mas sem o inexplicável charme do homem.
Porém, o máximo dessa grandeza do homem foi o fato de Deus mesmo ter se encarnado para salvar os homens que se tornarem crentes-cristãos.
Ora, isto supostamente demonstra a preferência absoluta de Deus pelos humanos sobre toda a criação, no céu e na terra.
E mais:
Esse sentimento de importância e grandeza do homem, também vem da certeza que alguns possuem de que a decisão de Deus foi a de somente salvar quem se reunir para cantar hinos para Ele pelo menos uma vez por semana; e, também, para ouvir alguns conselhos do pastor, e dar dinheiro como prova de amor prático por Deus.
Além de tudo..., também se diz ao crente que se ele não ajudar a contar a mesma história para outros, todo mundo está perdido; e que se ele disser para muita gente essa história, então, Deus dará ao homem uma mansão celestial e uma coroa com muitos diamantes ou pedras preciosas, podendo, inclusive, fazer com que tal pessoa seja mais intima de Deus "publicamente" que os demais salvos, muitos deles de categoria de galardão inferior, sendo que quanto mais oficial seja a participação do homem, assim como a de um pastor, um bispo, um apóstolo — mais elevado o individuo será; primeiro na Terra mesmo, e, depois, também nos céus de muita glória de sucesso, tudo com muito ouro e pedras preciosas.
Ou seja:
O que se diz é que se o homem contar essa história para muita gente, cantar hinos, e dizimar, então ele ficará no lugar que um dia foi de Satanás, ou Diabo, ou Lúcifer; posto que também ao crente-cristão seja dito que a queda de Satanás o tirou de um ambiente de pedras preciosas, de gloria e de muito e quase incomparável poder.
Assim, o crente-cristão acaba desejando ser aquilo que um dia o diabo foi.
E mais:
Muitos começam aqui, desde já, a busca de tais glórias e poderes.
Ora, o Evangelho diz muita coisa do que essa história diz, mas, apesar disso, não é de tal historinha que ele fala; mas sim, da possibilidade de o homem se tornar de fato homem, e, assim, tornar-se como Jesus, que, sendo Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; e, por causa disso, se humilhou, e assumiu a forma de servo, sendo reconhecido em um homem como os demais homens; e isso não por nenhum necessidade de Deus, mas apenas por eterna e desesperada carência humana.
Entretanto, isto faz do homem apenas o homem, não um deus. Aliás, não há deus, nem deuses, pois, se há Deus, nenhum deus há... Quem crê em Deus se torna ateu para tudo o mais.
Todavia, voltando ao que dizia, posso compreender a arrogância do crente-cristão que assim se torne por assim ter sido ensinado. Afinal, quem sinceramente assim sinta, ainda está longe de saber o que seja um homem e qual seja seu chamado na criação. Portanto, é apenas um crente, e não um homem andando em fé amor; pois, quem ama, naturalmente não se gloria de nada, sendo apenas grato pelo que é e pode ser se o buscar ser apenas como Jesus, o homem.
Agora, pergunto:
E se a glória do homem for a de ser servo de toda a criação, em amor, para sempre, cuidando de tudo o que ele destruiu?
Seria esse cenário um anti-clima para você?
Jesus disse que o galardão é ser Nele, no Pai, e ter a Ele e o Pai em nós, assim como é com Ele e o Pai.
Esta é a glória. Esta é a História do Significado. Este é o chamado.
Ou será que na eternidade já não se terá que ter também o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus?
Ou será que você crê que na eternidade o homem recebe consentimento para surtar como o diabo sem cair?
Ora, se você assim sentia, desista disso, pois, isso é do diabo.
Sirva a Deus apenas por nada!
Caio
terça-feira, 19 de agosto de 2008
NÃO ENTRO MAIS EM IGREJA!
NÃO ENTRO MAIS EM IGREJA! Condicionamento relacionado à culpa é coisa muito séria e persistente. Lembro do tempo em que deixei de ser "pastor local", passando a dedicar-me exclusivamente ao "ministério itinerante", quando, como nunca antes, senti a culpa de não ir "à igreja" no domingo cedo, na Escola Dominical. Ora, não se tratava de um desconforto para o qual eu não tivesse uma resposta consciente e bíblica, porém, a alma condicionada, não reconhece nem mesmo as verdades da Palavra. Assim, eu pregava a semana toda, no mínimo duas vezes por dia, mas, aos domingos de manha, eu queria descansar, já que à noite eu pregaria mesmo, de qualquer maneira. Aí, porém, morava o problema; posto que ficasse sempre aquele sentimento de culpa, como se minha ausência do lugar fosse emocionalmente semelhante a ter se distanciado de Deus. Prova disso está no simples fato de as pessoas se referirem à freqüência às reuniões como "ir à igreja". Há mesmo os que dizem que "não entram numa igreja" há muitos anos; embora eles mesmos não se sintam mais longe de Deus. "Teologicamente", todos os que estão em Deus estão na Igreja, embora, muitas vezes, não estejam em "igreja" alguma. Entretanto, a designação da experiência com a igreja como sendo algo que caiba no movimento de ir ou não ir, já demonstra o dado psicológico de que a igreja é, para muita gente, um lugar; e, portanto, quando se associa tal realidade a Deus, não ir à igreja é, no inicio, como não ir a Deus, ou como estar fora de Deus. Há o mandamento bíblico [Hebreus 13] no sentido de que não se deixe de congregar, como é costume de alguns. Ora, isto é dito em Hebreus no mesmo contexto em que se denuncia a presença ritualística aos cultos, escravizando-se a alma aos padrões antigos, infantis e pagãos. Portanto, não se diz que não ir seja um problema, mas sim se diz que o deixar de viver a vontade de encontro com os irmãos, é algo que pode dês-aquecer a alma e tirar a alegria e a exultação horizontal da pratica da fé. Quando eu sou igreja [e assim entenda!], mesmo quando não vou aos encontros, sou; e isto jamais muda em mim. Porém, quando a minha alma se desconecta do compromisso histórico da fé [que é sempre horizontal, e, portanto, com os irmãos], a primeira coisa que acontece é que se faz da não ida algo mais sério do que de fato seja; e, em tal caso, torna-se algo sério, não por não se ir ao ajuntamento, mas sim em razão de que não se vai por se julgar existir uma briga entre nós e Deus. E mais: Muitas vezes não se acha uma comunhão espiritual que justifique a saída de casa. Ora, em tal caso não se deve ir mesmo a lugar algum aonde se vá apenas para que se cumpra um rito mágico ou um dever devocional, pois, não tem sentido ou mesmo valor algum. Durante uns dois anos, entre 1984 e 1986, senti muito culpa quando os filhos iam aos domingos de manhã à Escola Dominical e eu ficava em casa cuidando do jardim e descansando. Parecia que eu estava negando a fé; e, por mais eu me dissesse que não era assim, no entanto, dado aos anos de pratica pastoral, indo aos cultos pregar e ensinar todos os domingos, o sentimento se manifestava mesmo contra os meus argumentos. Ora, é neste ponto que se percebe o quanto se está religioso. E mais: Sempre que tal culpa bate no coração não havendo razão para tal, é prova de nossa religiosidade. Não devemos deixar de nos congregar; ao mesmo tempo em que congregar-se jamais deve ser algo movido pela culpa ou pela irrazoabilidade das neuroses religiosas. Assim, se você não encontra mais onde se sinta bem para cultuar comunitariamente, ao invés de "se afastar de Deus" pela culpa da não freqüência, ame ainda muito mais a Deus e aos homens; e, desse modo, busque, sem neurose, uma boa oportunidade de encontrar os irmãos-amigos; ou, então, de iniciar uma comunhão simples com irmãos e irmãs amados e singelos no crer. Não se faça culpado de uma culpa que não existe!
Caio Fabio
Caio Fabio
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Exista sem fé e seja muito infeliz!
Você não precisa confiar!
De fato você pode viver desconfiando e espreitando até a própria morte.
Afinal, existir sem fé é possível.
Sim! Você pode existir com medo, angustiado, ansioso, tomado por teorias da conspiração, pessimista até quando fala de otimismo, discutindo com Deus e com a vida, inseguro até com o equilíbrio, afogando-se no seco, sem ar na ventania, sem alegria no casamento, no nascimento e na velhice, sem sentido no trabalho, buscando gostos que não existem em um beijo, buscando abraços que não aconchegam, e, assim, continuar..., sem sentido e sem significado, como um dado estatístico, como um número, como um código de barra, como uma carteira de identidade, como um Diploma.
Sim! Você pode existir sem confiar em Deus e em ninguém, como um Judas Iscariotes em todos os seus vínculos, sempre pulando fora do barco, sempre pensando antes em você, no seu projeto, nos seus interesses, nas suas moedas de prata.
Sim! Você pode. E nem precisaria dizer isto a você. Afinal, você existe assim, e, por isto, você sabe que é possível existir sem paz, sem conforto, sem satisfação, sem esperança, sem a fonte da água da vida, sem a luz do mundo, sem o pão da vida, sem o gosto do sal da terra, sem a revolução do grão de mostarda crescendo em você.
Sim! É possível ir existindo sem fé, ou, no máximo, apenas com fé no possível que seja realizável pelo braço do homem em dias de força e saúde.
Sim! É possível. É..., mas não é.
É possível existir sem fé. Só não é possível viver sem fé. Pois, quem quer que encontre inspiração para ser contra tudo o que se chama existir, é somente aquele que se justifica andando pela fé.
Sim! Pois neste mundo o viver acontece quase sempre em rota de colisão contra o mero existir!
Pense nisso!
De Caio e postado por Rogério Alexandrino.
De fato você pode viver desconfiando e espreitando até a própria morte.
Afinal, existir sem fé é possível.
Sim! Você pode existir com medo, angustiado, ansioso, tomado por teorias da conspiração, pessimista até quando fala de otimismo, discutindo com Deus e com a vida, inseguro até com o equilíbrio, afogando-se no seco, sem ar na ventania, sem alegria no casamento, no nascimento e na velhice, sem sentido no trabalho, buscando gostos que não existem em um beijo, buscando abraços que não aconchegam, e, assim, continuar..., sem sentido e sem significado, como um dado estatístico, como um número, como um código de barra, como uma carteira de identidade, como um Diploma.
Sim! Você pode existir sem confiar em Deus e em ninguém, como um Judas Iscariotes em todos os seus vínculos, sempre pulando fora do barco, sempre pensando antes em você, no seu projeto, nos seus interesses, nas suas moedas de prata.
Sim! Você pode. E nem precisaria dizer isto a você. Afinal, você existe assim, e, por isto, você sabe que é possível existir sem paz, sem conforto, sem satisfação, sem esperança, sem a fonte da água da vida, sem a luz do mundo, sem o pão da vida, sem o gosto do sal da terra, sem a revolução do grão de mostarda crescendo em você.
Sim! É possível ir existindo sem fé, ou, no máximo, apenas com fé no possível que seja realizável pelo braço do homem em dias de força e saúde.
Sim! É possível. É..., mas não é.
É possível existir sem fé. Só não é possível viver sem fé. Pois, quem quer que encontre inspiração para ser contra tudo o que se chama existir, é somente aquele que se justifica andando pela fé.
Sim! Pois neste mundo o viver acontece quase sempre em rota de colisão contra o mero existir!
Pense nisso!
De Caio e postado por Rogério Alexandrino.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
TRANSFORMADOS PELA GRAÇA
João Capítulo 3
1 E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. 2 Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. 3 Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. 4 Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? 5 Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. 6 O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. 7 Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
Nós estamos vivendo no tempo da Graça, e pra quem tem fé pela Graça é alcançado (Efésios 2:8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.)
E pela Graça somos transformados!
Aquele que nasce da água e do Espírito que Jesus disse a Nicodemos, esse é nascido da GRAÇA, que não merecíamos.
Então eu logo entendo que “NASCER” quer dizer:
NOVO – COMEÇO – APRENDER
É prodigioso compreender que para cada dia que acordamos, é um dia que nascemos, e como alguém que acabará de nascer ficamos deslumbrados com o privilégio de viver e aprender. Por que todos nós estamos em período de transformação continuo, o evangelho da Graça nos propicia mudanças pra melhor quando permitimos, todos nós somos um projeto inacabado, somos uma construção que precisa de reparos.
“SOMOS SERES HUMANOS QUE PRECISA ENTRAR NO VENTRE DA GRAÇA E NASCER DE NOVO”
É preciso ter um acordar de consciência, (Romanos 12:2 E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.)
Eu e você temos que entender que sempre haverá alguma coisa pra mudar, e só podemos ser ignorantes em quanto ignorantes, mas depois de ter consciência permanecer na ignorância é ignorância tola.
Precisamos ter a plena consciência de que só haverá mudança quando eu mudar, sim! Mudar meu modo de pensar! Não existe uma mágica o que existe é vontade + disposição + esforço = mudança.
E quando nascemos pela Graça, nos tornamos fator de despertar de consciência pra outras pessoas!
(Mateus 5:13 Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
Rogério Alexandrino
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
O MAIOR PROBLEMA É O NADA DA VIDA!
Ninguém sabe nada de nada. Quem diz que sabe é pretensioso e tolo. Afinal, quem controla o quê?
Literalmente, conforme disse Jesus, não posso acrescentar sequer um metro a mais ao curso de meu caminhar na Terra.
Num minuto está tudo bem. No outro um tufão de tristeza e emoções podem simplesmente dar contra a nossa existência.
Entretanto, quando existem razões objetivas para a dor, ainda está tudo bem. O duro é quando você olha e se pergunta: Mas o que houve de fato aqui que possa explicar o volume de dor e problemas que gerou?
Sim! Pois, o maior problema é o que não existe!
Ora, o problema existente tem solução objetiva e simples, até mesmo quando não tem solução... Em tal caso, é deixar, pois, a não solução já é a solução.
Porém o problema inexistente somente existe em um lugar no qual não há critérios de mensurabilidade: o interior e a subjetividade.
A questão é que a maior parte dos problemas nasce do que não é ou não existe de modo real e objetivo!
Sim! São problemas de comunicação ou excessos de interpretação!
Sim! São problemas relacionados ao que se disse ter perdoado sem que se tenha jamais perdoado!
Sim! São desejos e antipatias inconscientes e que se transformam em guerra sem sentido!
Sim! São disputas inconscientes por razão e razão!
Sim! São projeções e transferências que são feitas e que pintam o outro de diabo!
Sim! Problemas inexistentes são o diabo nas entrelinhas!
Quando você estiver apoquentado, antes de tudo se pergunte: Qual o nível de existência desse problema?
Ora, na realidade a maioria dos problemas não resiste sequer à resposta objetiva que se possa dar a tal questão!
Assim, não se enrole nos novelos que não existem, pois, de fato, tais linhas invisíveis são as que mais nos prendem ao nada que se apresenta a nós com o poder do tudo, embora nada seja.
Pense nisto!
Caio
quinta-feira, 31 de julho de 2008
GANDHI

“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
Além da ação o cultivo à amizade.
E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída”.
Gandhi
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