quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Tiozinho amarela no pé da escada do shopping
O judiação, o que ele achou que a escada fosse fazer com ele??? kkk
segunda-feira, 16 de maio de 2011
7 PASSOS para o enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil
Segue o link da cartilha "7 PASSOS para o enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil" criada pelo deputado Estadual Carlos Bezerra.
Super-indico a todos os pais, tios, tias e todos que são contra abuso sexual infantil. Divulgue essa idéia!!!
7 PASSOS para o enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil
E Conta a pedofilia ligue 100 !
Fonte da imagem BLOG IMPOLUTOS ®
Super-indico a todos os pais, tios, tias e todos que são contra abuso sexual infantil. Divulgue essa idéia!!!
7 PASSOS para o enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil
E Conta a pedofilia ligue 100 !
Fonte da imagem BLOG IMPOLUTOS ®
Virgindade (Vídeo)
Segue o vídeo do meu brother Juninho. Sei que ele não vai gostar mas vou falar, eu já peguei esse menino no colo...kkkkk - Agora quem arrebentou no vídeo foi o Rafa, que também já peguei no colo rss.... Ju eu curti o vídeo !!!!
O Lucas matou o Tiago - Uma história de amor e homicídio
O Lucas tinha 18 anos, o Tiago tinha 19.
Trabalhei com as vísceras expostas, a fim de trazer o leite aos meus rebentos. Amei com o mesmo amor, a cada um deles, sem privilégios.
Num surto de raiva entre eles, o meu Lucas empurrou o meu Tiago do 5º andar. Brigavam porque sempre brigaram, contudo, dessa vez, meu Tiago foi embora para sempre.
O Lucas tirou de mim aquilo que também era dele. Ele se arrependeu e mais, teve remorso. O meu Lucas está preso. Iniciou sua maioridade, 18 anos, numa cela e passará décadas nela.
Eu odiei o Lucas e senti a dor brutal da queda de meu Tiago naquele mesmo instante. Senti. Sim.
Não estava em casa, mas senti uma dor maior que um infarto. “Alguma coisa aconteceu”, disse a mim mesmo. Naquele mesmo instante, o Tiago caia do 5º andar.
Esganei o Lucas, o desfaleci.
Não quis olhar para eles, meu filho morto e meu filho assassino.
Como posso odiar o próprio sangue do meu sangue que verte o meu sangue? O assassínio se instaurou em minha casa. Todos nós morremos e vegetamos em soluços de existências.
Minhas mãos trementes já não esganam mais o Lucas. O tempo está trazendo o meu Lucas de volta para mim, mesmo ele preso.
O laço que une uma família pode durar para sempre, mesmo com grandes intervalos de distâncias.
A intensidade da perda é a mesma da decepção. Não as aceito, não as admito, mas são intrínsecas a mim. A perda e a decepção são meus cânceres e ainda que sejam cânceres, são meus.
Descobri que ser família é conviver numa ambiência polar, com eqüidistâncias que cruzam a vida e a morte, a alegria e a dor, o dia e a noite.
Meu Lucas não é um monstro e não apresenta perigo a sociedade. Não aceito seu encarceramento. Sofro porque sei que está sofrendo lá e sinto a sua falta. Ele estaria recuperado se estivesse em seu lar. A penitência dele seria lidar comigo. A minha terapia seria conviver com ele. A nossa cura estaria na convivência.
Amar o assassino de meu filho é minha sina, não tenho escolha. Alguém consegue deixar de amar um filho? O que consegue é mais cruel do que o Lucas, em seu ato cruel. A crueldade, como ato, não perdura tanto quanto o cruel, pois esta crueldade se desmancha e cicatriza em um lamento sem fim.
A felicidade que abunda nos felizes como uma sucessão de prazeres é orgia da alma. Eu não sei o que é isso.
Tenho forças para amar meu Lucas tendo o pesar como sol que aquece as minhas lágrimas e que me faz recuperar o meu filho de novo.
A saudade é o “revés do parto”, o amor é um “grande laço”.
sábado, 14 de maio de 2011
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